segunda-feira, 5 de fevereiro de 2018

Líder de movimento em Brasília ofende a classe política por falta de apoio.

Por Marcos Santos

Segundo homem na hierarquia do Movimento Pela Valorização do Músico-Distrito Federal- Engels Espíritos se irrita pelo alheamento e falta de militância e dinamismo dos poucos integrantes do seu grupo e responsabiliza os políticos pela ausência de interesse em suas demandas e disfere palavrões. Com a segunda  audiência pública no senado federal prevista para abril deste ano pelo senador Cristovam Buarque, o gaitista teme não conseguir o número suficiente de militantes para impressionar o senador e os convidados para o evento.





                                                                            Veja também:

Foto reprodução da internet.

quinta-feira, 1 de fevereiro de 2018

O mesmo pau que bate em Chico, bate em Francisco também!

Por Marcos Santos

A verdadeira face dos líderes do MVM.




Engels Espíritos um dos líderes na hierarquia do Movimento pela Valorização do Músico no Distrito Federal cobra celeridade daquele que será o presidente da demorada associação que tentará representar a classe musical no Brasil, porém, pelo seu discurso fora de compasso e vingativo, Engels  se revela como um líder que precisa derrubar alguém que já tem uma representatividade política de décadas, carreira internacional consolidada e cadeira cativa na Secretaria de Cultura de Brasília e, sobretudo, muito respeitado pela classe musical não só no DF, como também nos arredores da capital do país e em outras capitais brasileiras, Rio de Janeiro, São Paulo e em outros países como: Estados Unidos, Argentina e París. Tentar construir uma representatividade destruindo a reputação e a carreira dos outros parece ser o caminho mais viável para os líderes do MVM. Agindo assim, que moral eles têm de cobrar alguma coisa da OMB fazendo igual a ela? Porém, a grande diferença é que a Ordem sempre destruiu os músicos no "atacado" e o MVM está tentando destruir no "varejo".






No grupo do MVM no WhatsApp, Engels hostiliza o Maestro Renio Quintas.




        Por que será que o Senador Cristovam Buarque está evitando o MVM?


NÃO PERCA NA PRÓXIMA EDIÇÃO A AGRESSÃO VERBAL DE ENGELS ESPÍRITOS COM PALAVRAS DE BAIXO CALÃO À CLASSE POLÍTICA BRASILEIRA!




quarta-feira, 31 de janeiro de 2018

Assessor Parlamentar de político petista é quem lidera o Movimento pela Valorização do Músico em Brasília.

Por Marcos Santos

PT é quem está por trás do Movimento pela Valorização dos Músicos no DF.

Imagem da internet.



O assessor parlamentar do deputado federal de Sergipe João Daniel – PT   Claudinei Fernandes e um dos líderes do MVM, juntos, tentam por meio de grupos privados nas redes sociais, convencer os seus seguidores, maioria músicos, de que o movimento é apartidário, entretanto, na sua página do facebook recheada de conteúdos com ataques ao governo Temer, aos partidos de oposição e, irresponsavelmente ao STF, mas, de contrapartida a supervalorização de candidatos ligados ao seu partido, Claudinei deixa explícito de que se trata de um movimento partidário, apesar de as regras impostas para os membros dos grupos apontarem para a direção contrária, porém, o MVM é sim ligado ao Partido dos Trabalhadores. 

Até aí tudo bem, nada de errado já que vivemos num país de regime democrático, no entanto, o que é estranho é o MVM arqui-inimigo da Ordem dos Músicos do Brasil não assumir essa posição política e pior, tentam manipular a classe de trabalhadores da música com seus discursos sofismáticos e até usaram de forma antiética e panfletária, pra não dizer covarde, o Senador Cristovam Buarque-PPS-DF que, desprovido de qualquer sentimento político, prontamente atendeu ao pedido de Engels Espíritos para defender o MVM em audiência pública no Senado Federal, entretanto, o mandatário e chefe do movimento, Claudinei Fernandes, opositor político de Cristovam Buarque postou imagem incitando o ódio e a intolerância a quem pela primeira primeira vez em quase uma década  de existência do movimento, abriu espaço e deu voz a eles no Senado. 
Seria ingratidão ou traição?


                            Imagem extraída da página do facebbok do líder do MVM.



Em meio à crise política partidária, a falta de ética, de moralidade, enfim que muitos parlamentares enfrentam nos últimos anos, mas, que acentuou-se ainda mais por conta, inclusive, do escândalo do Petrolão e os avanços e descobertas da Operação Lava Jato comandada pelo juiz Sérgio Moro de Curitiba, o Partido dos Trabalhadores-PT continua criando seus braços para tentar pelo menos, uma sobrevida em ano eleitoral e o MVM é mais um deles, entretanto, procuram não se expor explicitamente devido à crise da ideologia de esquerda no país, principalmeente, com a condenação a doze anos e um mês do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva em segunda instância e a sua inevitável prisão que colocará de vez não apenas o Lula atrás das grades, como também de forma indireta,  todos os movimentos criados por ele e seus pares. 

A convite do próprio MVM, esse que vos escreve participou da audiência pública no Senado Federal em novembro de 2017, mas, até àquela época não tinha conhecimento sobre a verdeira intenção desses dirigentes, portanto agora, está explicado porque o próprio Claudinei Fernandes que faz parte da liderança preferiu não compor a mesa, provavelmente orientado pelo seu partido e pelos seus líderes do MVM preferiu ficar nos bastidores, aliás, ele quase nunca aparece nas manifestações e reuniões do movimento para não dar bandeira e nem estragar os planos e projetos políticos que eles estão costurando por debaixo dos panos para as eleições deste ano.

Sem nenhuma transparência política, administrativa, operacional e, principalmente, resultados consideráveis e palpáveis aos músicos desse país, o MVM criado há nove anos por Engels Espíritos e, comandado por mais três integrantes: Gedae Flores, Keit Guimarães e Claudinei Fernandes, todos músicos conhecidos no Distrito Federal, têm cobrado sistematicamente da Ordem dos Músicos do Brasil uma postura mais ética e de transparência com relação às suas ações políticas e responsabilidades sociais, porém, estão agindo da mesma forma ou até pior que a autarquia federal criada em 1960.

Pelo menos a OMB não esconde quem são seus parceiros políticos, pelo contrário, faz questão de divulgar imagens e vídeos com eles. Por que o MVM tem medo de expor os políticos que os apoiam? 


Líderes do MVM na redação do Correio Braziliense.
Há dois anos que o MVM tenta inserir sua pauta de destruição à OMB no caderno de política do maior jornal do DF, porém sem sucesso, por falta de prestígio, credibilidade e respeito aos seus oponentes mas, acima de tudo, por não ter legitimidade e nem força política para tal. Desacreditados inclusive, pelos músicos do Distrito Federal, Engels, Gedae Flores, Claudinei e Keit Guimarães tentam fundar uma associação nacional para “representar” os músicos de todo o país, mas, o projeto está parado há um ano só esperando qual será o desfecho  das eleições deste ano. Enquanto isso, vão se utilizando das mesmas armas, estratégias e ferramentas (métodos desgastados) que a autarquia federal utiliza, com um único objetivo: persuadir uma pequena parcela de músicos que ainda “acredita” ou, fingem acreditar nas suas inverdades.

Discriminação, preconceito, burrice ou ódio?

Não existe movimento sem ideologia, mas Engels e seus asseclas que não têm o mínimo de conhecimento com relação aos grandes movimentos sociais democráticos,  insistem nessa tese furada. Talvez eles (MVM) se esquecem que num país como o Brasil de várias culturas musicais, etnias, miscigenação e acima de tudo, passando por uma crise de tolerância em todos os sentidos,  não se pode atacar um segmento musical apenas porque não gosta do estilo ou do artista, ou da letra da música e, inclusive, incitar à violência,  enfim. Recentemente Engels Espíritos postou comentários homofóbicos ao artista Pablo Vittar, afilhado da cantora Anita só porque ele foi considerado (a) revelação da música brasileira em 2017 e premiado no programa do Faustão da Rede Globo.

Pode um líder que se intitula representante da classe musical do Brasil agir assim?

Talvez o que o Engels do MVM não sabe é que, embora o Pablo Vittar não o agrade e está fora dos ideais políticos, estilisticos e padrões comportamentais  do MVM pelo seu estilo musical ou indumentária, não significa que Pablo não mereça ocupar o seu espaço, aliás, qual a métrica usada para validar essa máxima do líder. Ao contrário do MVM o artista pelo menos faz o que o movimento não está fazendo:  ajuda a aquecer o mercado fonográfico, publicitário e de contrapartida a economia do país, gerando emprego para vários profissionais do show business como por exemplo: técnicos de som, iluminação, profissionais de estética, mídia, ambulantes, profissionais que trabalham em estacionamentos, lanchonetes, etc.

Portanto, cabe as perguntas: Em defesa de quem o MVM milita?  Qual a sua verdadeira ideologia política ou social? Apesar de a Ordem dos Músicos do Brasil (não sou a favor dela)  ser uma autarquia corrupta, acéfala e anacrônica, verdade seja dita, jamais agiu com discriminação, preconceito ou retaliação a quaisquer que sejam os gêneros musicais, pelo contrário, muitas vezes contrariando essa lógica preconceituosa do líder do MVM até condecorou artistas de todos os segmentos musicais durante a gestão do então presidente deposto, professor Roberto Bueno.

“Vale lembrar que nós somos um movimento democrático. A democracia é o nosso alicerce principal. Aqui (MVM) não tem líder único, aqui não tem ditador, aqui não tem quem manda. Aqui quem manda é o bom senso. Nós prezamos sempre pelo respeito individual, pela crença religiosa de cada um, pela visão política de cada um e pela visão social e comportamental; aqui não temos que levantar bandeira de nenhum partido político, de nenhuma religião, de nenhuma empresa, de nenhuma corporação porque o nosso movimento é apartidário” Enfatizou Engels no grupo do movimento.

A quem o MVM está á serviço?

Então, deixo aqui mais duas perguntas: por que o petista Claudinei Fernandes estampou o logotipo do MVM como pano de fundo da sua página na rede social? Qual o verdadeiro conceito de bom senso para o criador do Movimento?  Seria atacar outros gêneros artísticos musicais só porque não o agradam?

Como de costume, essa redação publica “prints” que ajudam a dar veracidade aos textos, mas, devido ao teor extremamente agressivo e ofensivo ao Pablo Vittar feito por Engels Espíritos e excluído posteriormente pelas criticas sofridas, não o farei para não colocar mais lenha na fogueira porque esse não é o objetivo do blog.

Sabendo disso, o gaitista do Distrito Federal foi ligeiro e, antes mesmo dessa matéria ser publicada, ele  apagou suas duas páginas do facebook com o teor homofóbico,  crítico e ofensivo ao gênero musical não apenas de Pablo Vittar, como de outros artistas que o líder do MVM odeia e considera como lixo, contrariando totalmente não apenas o seu discurso no grupo do WhatsApp, mas, principalmente, usando fora de contexto a palavra bom senso, apenas para induzir os seus seguidores a acreditarem, que o movimento comandado por eles é totalmente isento de qualquer  crítica no âmbito do censo comum.

Abaixo, áudio de Engels Espíritos gravado no grupo de WhatsApp para seus 15 seguidores.





Foto reprodução da internet.


O petróleo é nosso?
Imagem da internet.

segunda-feira, 29 de janeiro de 2018

Advogado e mentor intelectual de Gerson Tajes-Alemão detalha como funciona o esquema de propina dentro da OMB FEDERAL.

Por Marcos Santos

Giovanne Charles Paraizo é advogado de Gerson Tajes o Alemão e, segundo Jesiel Motta-vice presidente do Conselho Federal e afastado pelo interventor Alemão, Giovanne também é seu mentor intelectual e é ele quem instrui o motoboy Tajes sobre as decisões a serem tomadas no âmbito do Conselho Federal da autarquia. De acordo com a conversa dele com o presidente, também impedido, Estevam da seccional de Pernambuco gravada e enviada a essa redação, fica claro que há um forte e poderoso esquema de desvio de dinheiro dos músicos caracterizando-se portanto, que a OMB só serve para balcão de negócios ilícitos e recebimentos de propina via contratantes de eventos internacionais de grande expressão mundial. Ouça o áudio comprometedor.




Essa redação entrou em contato com Giovanne Paraizo, porém, o mesmo não quis comentar sobre o assunto.

Artigo relacionado.

quarta-feira, 22 de novembro de 2017

Preso na Operação Lava Jato é citado em esquemas de corrupção dentro da Ordem dos Músicos do Brasil.



Por Marcos  Santos

A audiência pública na Comissão de Educação, Cultura e Esporte do Senado Federal realizada no dia 08/11 comandada pelo senador Cristovam Buarque reascendeu o debate sobre o papel social, econômico e político da OMB e, trouxe novas revelações sobre o caótico e irreversível quadro da autarquia federal, porém, esse debate tende a acirrar ainda mais, pois surge um novo personagem nessa trama e dessa vez, envolve um político preso na Operação Lava Jato, o ex-deputado Eduardo Cunha (PMDB).
Foto de Karl Marx

Jornalista e músico Marcos Santos (MVM) apresentando denúncias de fraudes na OMB.

"Estamos aqui provocando um debate fundamental para o Brasil. Esse é um debate que tem que continuar e, se for o caso, faremos outra audiência". Ressaltou Cristovam Buarque.



Vice-presidente do Conselho Federal -Jesiel Motta dispara e entrega todo o esquema por trás dos grandes eventos musicais.





Rock in Rio sob suspeita de pagamento de propina e lavagem de dinheiro a Gerson Tajes - Alemão da FTTRESP e seu advogado. 


                                           Foto reprodução da internet- Roberto Medina e Gerson Tajes no Rock in Rio 2015.


Por não haver tempo hábil para que todos pudessem falar na reunião do Senado Federal, o vice-presidente do Conselho Federal da OMB, Leôncio Jesiel Motta procurou o Movimento Pela Valorização dos Músicos-MVM e entregou todo o esquema que existe por trás do maior evento de rock do mundo. Segundo Motta, o Alemão interventor da autarquia federal teria participado de esquema de lavagem de dinheiro no valor de R$ 150 mil em 2016 em parceria com uma empresa de nome Top Five. Ele disse ainda que em 2015,  Roberto Medina criador do Rock in Rio recebeu ordens do ex-deputado do PMDB Eduardo Cunha para dar ao Alemão e seu advogado Giovanne Charles Paraizo a quantia de R$ 450 mil, valores que supostamente configura-se esquema de lavagem de dinheiro ou, pagamento de propina, já que o valor não foi contabilizado junto à Ordem segundo declarações do próprio vice-presidente do CF - Leôncio Motta.



 Farra com dinheiro dos músicos!

Ainda segundo Motta, Alemão assinou o recibo de quase meio milhão e não prestou contas do dinheiro, em vez disso viajou à Miami-EUA com a família e ainda, além de estarem usufruído de uma vida de luxo com dinheiro que não lhes pertencem desde que invadiu a OMB e o Sindmussp em 2013, onde encontrou mais de R$ 4 milhões nos cofres das entidades provenientes do recolhimento da taxa do artigo 53 e anuidades, entretanto, preferiu  esbanjar toda essa dinheirama  comprando quadriciclo para os filhos com o apoio de seu advogado Giovanni Charles Paraizo, mentor intelectual da quadrilha comandada pelo motoboy Alemão, segundo afirmações do traído, Leôncio Jesiel Motta. 



Antes tarde do que nunca!

Essa audiência pública já era esperada  há décadas  pela classe musical que nunca teve uma oportunidade de estar cara a cara com os dirigentes da autarquia para cobrar transparência e esclarecimento com relação a administração e aplicação dos emolumentos que nunca foram repassados ao erário como garantia inclusive, para que os associados pudessem gozar dos benefícios trabalhistas e previdenciários.




Líderes do Movimento Pela Valorização dos Músicos-MVM, também cobraram deles (OMB) explicações dos milhões que foram desviados dos cofres da entidade oriundos das taxas pagas pelos associados durante décadas, qual o destino dado do recolhimento do emolumento do artigo 53 da lei 3857/60 e qual a legitimidade da "nova" diretoria, já que não houve participação da grande massa de músicos nas eleições que "elegeu" Alemão ao cargo máximo na hierarquia administrativa da instituição. 


"Nós estamos falando de uma autarquia federal corrupta que, em 50 anos cometeu diversos atos ilícitos[...]. Essa entidade foi tomada de assalto pelo sr Gerson Tajes feito um motim e a carteira que ele tem foi forjada e não tem a menor condição de ser presidente do Conselho Federal da Ordem e nem de representar os músicos do país. Onde foi parar o dinheiro dos músicos durante 50 anos? Questionou Engels Espíritos (MVM).

Já Gerson Ferreira Tajes-Alemão, como sempre apostou no proselitismo político desgastado para convencer os presentes, mas, visivelmente incomodado com os documentos apresentados pelo jornalista Marcos Santos que comprovam as fraudes. 

Já a Cláudia Queiroz - conselheira do colegiado setorial de música do Conselho Nacional de Política Cultural do Ministério da Cultura-(CNPC) apresentou um breve histórico da autarquia federal e a forma como ela foi se deteriorando ao longo das décadas. 

Muito aplaudida pelos músicos, Cláudia salientou que é difícil defender uma instituição com esse perfil devido a falta de transparência nas informações referentes as arrecadações dos tributos e completa: "Mas uma coisa é certa. Essa contribuição tem que ser voluntária, ela não tem que ser obrigatória e, considerando o caráter arbitrário e truculento de que se revestiu a fiscalização da OMB cometendo abusos, cujo o mais lamentável exemplo é a interrupção e o cancelamento de espetáculos, abusos que só recentemente foram contidos por conta de esclarecimentos dos músicos, quanto aos seus direitos.

                                                            Polícia Federal prende delegado da Ordem em Marabá

Considerando ainda, os expedientes no mínimo suspeitos que essa direção utiliza para se manter no poder por mais de 40 anos nas mãos das mesmas pessoas, entre elas:interventores nomeados pela ditadura,  expedientes com uma sistemática sonegação de informações e um código eleitoral casuístico e, por último, considerando a desistência por parte de uma grande parte dos músicos, devido aos fatos acima descritos de manter a OMB levando a entidade a uma crise financeira sem precedentes, os fóruns permanentes de música e abaixo assinados representados na câmara setorial de música vem a público declarar que não estão representados pela atual direção da OMB em qualquer instância, exigir a sua total e urgência renúncia seguida de eleições amplamente divulgadas com a participação de todos os músicos e na forma da lei, como única forma de recuperar a entidade. Solicitar as autoridades competentes auditoria nas contas, patrimônio e nos procedimentos eleitorais da Ordem". Concluiu. 

Em defesa da autarquia corrupta.

O senador Magno Malta-PR/ES e o deputado federal Marcelo Aguiar-DEM, apareceram já no final da audiência pública e partiram em defesa da Ordem dos Músicos do Brasil. 


                                                            Foto reprodução da internet.- Magno Malta a esquerda.

"Eu tenho muitos anos que sou membro da Ordem dos Músicos e tenho minhas razões por ter me afastado e centenas de artistas do Brasil se afastaram. Eu pertenci e conheci as mazelas e tenho as minhas discordâncias que não descreverei. Vi com muitos bons olhos e não sou ingênuo Marcos[...]. Sou músico, quando vi a mudança que ocorreu na OMB, um momento diferente, fui hipotequei o meu apoio que de nada me arrependo". Afirmou Malta. Para o ex-presidente do Conselho Federal da Ordem, Jesiel Motta, o senador Magno Malta está iludido pelo "rinoceronte" se referindo ao Alemão por ter corpo grande e cabeça pequena e raspada. 

Da mesma forma o deputado Marcelo Aguiar confirmou o seu apoio a Ordem. "Quero deixar aqui o meu apoio incondicional à Ordem dos Músicos do Brasil e se nós 
tivermos que trazer todos os músicos do Brasil pra este lugar (Senado Federal), nós vamos trazer, para defender aquilo que nós acreditamos". Enfatizou o político do DEM/SP.

Essa redação buscou ouvir todos os envolvidos, porém, até o fechamento dessa matéria, não obteve resposta.

Artigos relacionados
http://www.musicoempreendedor.com.br/2014/05/sindmussp-gastou-r-43-milhoes-em-menos.html

https://www.youtube.com/watch?v=vOim4KhtMiE&t=6608s

https://reporteraguia.blogspot.com.br/2015/06/enquanto-isso-no-brasil.html


domingo, 5 de novembro de 2017

Racha no Conselho Federal da OMB às vésperas da AUDIÊNCIA PÚBLICA no SENADO põe a culpa na PF.

Por Marcos Santos

Ricardo Nascimento Antão, secretário de Gerson Tajes Alemão postou mensagem dizendo que está ameaçado de morte pelos seus pares, porém, critica a Polícia Federal e a Justiça com o argumento de que o interventor do Conselho Federal da autarquia está sendo protegido por liminares concedidas pela própria justiça, mesmo com todas as evidências de fraudes.
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Imagem da internet.

A repercussão da notícia sobre a Audiência Pública no Senado Federal que colocará a OMB no banco dos réus, caiu como uma bomba atômica no colo dos dirigentes que há décadas fizeram da entidade um grande balcão de negócios ilícitos e jogaram no lixo o sonho de milhões de músicos que contribuíram com suas obrigações ainda que, sem ter a contrapartida garantida pela Lei 3857/60.


Salta os olhos saber que Ricardo Antão como um dos facilitadores da entrada do Alemão e seu bando (de acordo com suas próprias palavras) em cinco anos como integrante da diretoria, nunca fez nada pelos músicos e, mesmo sendo presidente da seccional  potiguar não teve interesse em abrir um espaço de debate em sua terra natal e muito menos se empenhou em mover as autoridades daquele Estado (RN) para audiências públicas, sejam nas esferas: estadual, municipal ou federal, entretanto, agora às vésperas do maior acontecimento que irá abalar de vez as estruturas da Ordem e mudar os rumos da música no país, o dirigente potiguar quer pegar carona nesse evento do MVM, marcado para a próxima quarta-feira e por meio dessa mensagem tenta se fazer de vítima da própria quadrilha na qual faz parte e comanda há cinco anos.

Facebook bloqueado pela Polícia Federal?

Atribuições e competências da PF sob a luz da Constituição Federal no artigo 144.

Além de mentir dizendo que seu facebook está bloqueado, Antão não conhece as atribuições das instituições sob a luz da Constituição Federal e muito menos da PF e tenta como já é de praxe dos dirigentes da OMB, desqualificar as autoridades do poder judiciário em todas as esferas da República.  

Perseguido e ameaçado pelo Alemão?
       Alemão a frente e Grimaldi Santiago (seu assessor) atrás.

São todos farinha do mesmo saco. O que os músicos esperam não só do Antão como de todos os ditadores disfarçados de seus representantes, é que no dia 08/11 às 10h30 eles possam prestar contas desses banquetes patrocinados por trabalhadores da música, como também, os milhões de dólares oriundos da arrecadação da taxa do artigo 53 da lei 3857/60.
















                     
                           
















sábado, 4 de novembro de 2017

ORDEM DOS MÚSICOS DO BRASIL TENTA NA JUSTIÇA, TIRAR ESSE BLOG DO AR.

Por Marcos Santos

Parte-1.

A Ordem dos Músicos do Brasil sempre foi inimiga não apenas dos músicos e da cultura brasileira, mas sobretudo, da liberdade de expressão e pensamento.


                  Gerson Tajes-Alemão discursando durante sua posse para o CF da OMB em Brasília.

Com seu pedido contra esse blog negado e arquivado pela Justiça de São Paulo, Gerson Ferreira Tajes-Alemão e seus apaniguados já previam que seus atos ilícitos chegariam ao conhecimento das cortes superiores da justiça em Brasília e que as denúncias aqui apresentadas e as manifestações do MVM mobilizariam o Senado Federal MinC, PGR, MT, STF  e MPF para um amplo debate com a sociedade e a classe musical.  Portanto, tentaram nos calar, mas foi em vão!


Querelado: Jornalista Marcos Santos
Querelante: Gerson Tajes-Alemão

Em  peça jurídica muito mal fundamentada e apresentando contradições e mentiras escandalosas, o advogado  Érico T. B. Olivieri (hoje afastado de suas funções) tentou convencer o Ministério Público e Justiça de São Paulo que esse que vos escreve é um criminoso e desqualificado jornalista (de acordo com documentos anexados)  por estar presntando um grande e relevante serviço à classe de trabalhadores da música e da cultura como um todo, entretanto, ele e seus pares nem imaginam que o pior ainda está por vir de acordo com documentos que essa redação teve acesso e irá divulgar nas próximas reportagens.

                              
                                
            Érico Olivieri pede para que a Justiça interpele o Google e tire esse blog do ar.
                                                                   
               
                                                             



    As provas mais robustas que começam ser apresentadas à partir de hoje irão comprovar o mais alto grau dos esquemas fraudulentos aos quais seu cliente, o Alemão se associou há quatro anos, não deixa dúvidas de que esse blog merece total credibilidade e respeito não só da classe musical brasileira, como também do judiciário em todas as esferas, da imprensa e da sociedade civil por se tratar de um canal que vem colaborando sistematicamente com a democracia e a manutenção de um Estado Democrático de Direito (mesmo debaixo de ameaças perigosas, calúnias, injúrias e sem patrocínio, etc.) potencializado é claro, pelo MVM - Movimento Pela Valorização do Músico e juntos, lutam pela democracia e manutenção dos direitos já contemplados aos músicos desde a decisão do STF em 2011.   

Ambos têm desenvolvido um papel fundamental para que seja mantido o direito de liberdade de expressão artística, trabalho e pensamento garantidos pela Constituição Federal Artigo 5º. 

Antes de ocorrer essa intervenção na OMB/CF e várias seccionais, no ambiente virtual já haviam trocas de  e-mails para fraudar os resultados das despesas e receita que a autarquia recebia, já que uma auditoria foi solicitada pelo renomado auditor Fernando Guerra (amigo do Maestro João Carlos Martins) o mesmo que realiza auditorias para os maiores bancos e empresas brasileiras e para a Orquestra Filarmônica Bachiana Sesi-SP como comprova imagem.

E-mail enviado por Roberto Bueno-secretário do Alemão à sua funcionária Alessandra.

  

Até o dia 08/11 próxima quarta-feira, dia da Audiência Pública no Senado Federal, essa redação irá divulgar dezenas de documentos em que teve acesso, e-mails, conversas, etc; que revelam a corrupção sistêmica e todo tipo de ações criminosas em que chegou a Ordem e contribuíram para que a autarquia federal chegasse no mais profundo abismo  e, ainda assim, continua desafiando e subjugando o judiciário  e toda a classe musical brasileira, mesmo com a    enxurrada de Mandados de Segurança, Ações Civis Públicas e todo tipo de processo criminal que tramita nas esferas, federal e estaduais.

                                     
                                    COMPAREÇAM!


quarta-feira, 1 de novembro de 2017

Senado Federal coloca a Ordem dos Músicos do Brasil no "BANCO DOS RÉUS".

Por Marcos Santos

Está marcada para a próxima quarta-feira, 08 de novembro às 10h30,  audiência pública para uma ampla discussão que colocará em xeque a Ordem dos Músicos do Brasil.
Arte: Marcos Santos

Numa ação conjunta entre o Senado Federal, Movimento Pela Valorização dos Músicos no Brasil e a Comissão de Educação, Cultura e Esporte-DF, a OMB foi intimada a comparecer  para esclarecer aos milhões de músicos e à sociedade, o que levou  a autarquia federal a acumular tantos processos na Justiça e da mesma forma, conquistar o nível de 100% de rejeição de toda a classe musical brasileira, do SESC -SP e pior, facilitar a entrada de pessoas sem a menor condição ética e moral, qualificação profissional  administrativa e jurídica para comandar o Conselho Federal da entidade dentro de um modelo já bastante  desgastado e viciado no trato à coisa pública.

O MVM/DF há uma década vem cobrando das autoridades, celeridade no julgamento de centenas de processos, sobretudo, ao STF-Supremo Tribunal Federal quanto a votação da ADPF 183/2009 que acaba de vez com essa farra e põe um basta, porém, não corrige os danos e prejuízos financeiros e materiais causados não só aos músicos, como também, ao Erário e à Previdência Social. 

Aonde foram parar os milhões arrecadados?

O divulgação do evento nas redes sociais já está fazendo um tremendo barulho, haja vista, que essa é uma grande oportunidade que o MVM juntamente com as autoridades que estarão presentes estão dando para que os músicos tenham voz  e cobrem dos dirigentes da Ordem transparência nas informações e prestação de contas com relação aos milhões de reais arrecadados oriundo do artigo 53 da Lei 3857/60 e o volume expressivo de dinheiro que entrou e continua entrando (ilegalmente) por meio de cobranças de anuidade e emissão de carteira de músico já  revogadas pelo STF a pedido do Ministério Público Federal de vários Estados. Além disso, que eles esclareçam como Gerson Ferreira Tajes-Alemão e seu bando  chegaram ao topo da pirâmide administrativa da entidade sem nunca terem feito carreira na OMB e tampouco, prestado concurso público como determina o Regimento Interno e a própria Lei 3857/60.  


Arte: Marcos Santos


Líder do MVM - Engels Espíritos


Nas redes sociais da Ordem dos Músicos do Brasil todos os dias são publicados textos que induzem os músicos a acreditarem  que a entidade está sob nova direção, mas tudo não passa de uma farsa para continuarem agindo contra as leis sugando o pouco de recurso que que os músicos suam para ganhar tocando na noite. O documento abaixo comprova que os mesmos ditadores que há décadas sucatearam a entidade e nunca prestaram contas dos milhões arrecadados, continuam nos bastidores dando as coordenadas dos esquemas ilícitos ao motoboy Alemão.





Decisão do STF.



                                   https://www.youtube.com/watch?v=gQaV0ZbpzZY






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