domingo, 19 de agosto de 2012

19 de agosto de 2012

22ª Edição da Bienal Internacional do Livro espera atrair 800 mil durante os dez dias de exposição.

Foto: Marcos Santos
Leitores encontram uma variedade imensa e livros e autores de diversos gêneros literários.

 A 22ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo reúne 480 expositores no pavilhão de exposições do Anhembi, na Zona Norte da cidade, até o dia 19 de agosto. A expectativa é que 800 mil pessoas visitem o espaço de 60 mil metros quadrados, participem das palestras, visitem os estandes das editoras participantes e conheçam novos escritores. Os escritores, Jorge Amado, Nelson Rodrigues e a Arte Moderna de 1922 são os homenageados nesta Bienal. O evento que começou no dia 09 contou com a presença de nomes já consagrados não só da literatura como também do cinema, do esporte, da música, política,etc.  Passaram por lá: Maurício de Souza, criador da Turma da Mônica, Pelé, Fernando Henrique Cardoso, ex-presidente da República, Tom Zé, Ligia Fagundes Telles-escritora e Cecily von Ziegesar, autora da renomada série infanto-juvenil de livros Gossip Girl. Com tantas atrações assim, para quem aproveitou a condução gratuita da estação do Metrô Tietê teve de esprar até 40 minutos na fila.  

                                                          Foto: Marcos Santos
                 Pessoas aguardavam até 40 minutos na fila a espera de condução gatuita.

Com uma programação abrangente, o evento mescla literatura com diversão, negócios, gastronomia e cultura. A Bienal reúne as principais editoras, livrarias e distribuidoras do país para  compor o tema deste ano na 22ª Bienal Internacional do Livro de SP, “Livros transformam o mundo, livros transformam pessoas”. 
De acordo com o site estadao.com.br o ponto mais alto do evento  aconteceu no dia 11 de agosto com a chegada da escritora Cecily von Ziegesar da série infanto-juvenil de livros Gossip Girl, que vendeu mais de 350 mil cópias no Brasil e deu origem à série exibida no canal por assinatura Glitz*, Cecily veio a São Paulo para lançar sua nova obra, Gossip Girl – Psycho Killer. Ainda segundo o Estadão, ela foi recebida aos gritos e muitas palmas do público, em sua maioria adolescentes.  

Foto: Marcos Santos



A 1ª Bienal Internacional do Livro, bancada exclusivamente pela CBL, foi realizada entre 15 e 30 de agosto de 1970, no mesmo edifício da Bienal de Arte, essa primeira feira reuniu algumas centenas de editoras nacionais e estrangeiras e atraiu milhares de pessoas, adultos, jovens e crianças. Já na 2ª Bienal, em 1972, o total de visitantes chegou a 80 mil e o de expositores passou de 700.
Em 1996, para abrigar um maior número de expositores e proporcionar maior conforto ao público, ela passou a ser realizada no Expo Center Norte. Em razão do crescimento contínuo de público e expositores, em 2002, ela foi para o Centro de Exposições Imigrantes (com 45 mil metros quadrados de área), até finalmente chegar, em 2006, ao Anhembi, o maior centro de exposições da América Latina. Em 2008, a Bienal chegou a sua 20ª Edição e o público infanto-juvenil foi contemplado com o projeto Ler é a Minha Praia.
Em 2010, a Reed Exhibitions Alcantara Machado passou a ser a organizadora oficial da Bienal em parceria com a CBL. Nesse ano a CBL levou uma programação cultural intensa e diversificada atraindo 743 mil visitantes e ampliando o prestígio e importância à Bienal de São Paulo.

Esse ano, a previsão é trazer mais de 800 mil visitantes para a feira que terá uma programação cultural diferenciada que, como sempre, terá o objetivo de incentivar o gosto pelos livros e pela leitura.
Fonte: Site Câmara Brasileira do Livro (www.cbl.org.br)
Foto:Marcos Santos
Adolescentes se aglomeram na banca montada com centenas de revistas.

Foto: Marcos Santos
Acompanhadas pelos professores, crianças se divertem enquanto escolhem livros.


        

sábado, 30 de junho de 2012

30 de junho de 2012


Foto: Marcos Santos
Robinho solta a voz e com Ronald  interpretam os maiores sucessos do grupo.
De férias no Brasil, Robinho do Milan divide microfones com o Grupo de pagode, Emoção a Mais.
O jogador do Milan mostrou que também é bom no gogó e soltou a voz com pagodeiros de São Paulo.

O encontro foi marcado na rádio Santista, Cultura FM no programa que vai ao ar todos os sábados às 14h00 sob o comando do apresentador e radialista Jaime Cordeiro, mas, como hoje foi um dia especial, a programação começou uma hora antes devido à presença de um convidado muito especial, Robinho, jogador do Milan.

O atleta não conseguiu resistir ao “swing” da galera do Emoção a Mais e, rapidamente pegou o repique de mão de um dos integrantes do grupo e mostrou toda sua  habilidade e intimidade não só com o instrumento, como também, com o microfone. Robinho já tinha ouvido falar do grupo vencedor do ASTROS /SBT, no entanto, não os conhecia pessoalmente e ficou tão  admirado com a qualidade musical dos artistas que marcou um novo encontro antes de voltar para a Europa. No final, o jogador aproveitou àquele momento de alegria e descontração  para oferecer as músicas a uma pessoa muito especial, Vivian Nunes, sua esposa  que completou mais um ano de vida hoje.
Foto: Marcos Santos
O atleta fazendo declarações de amor à esposa ao vivo na rádio Cultura FM.
                                                                

Saiba mais do grupo de pagode Emoção a Mais

Tudo começou em 2002 com a união de três amigos e outros participantes que na época completavam o time do Emoção a Mais. Os meninos nasceram no bairro de Itaquera, Zona Leste de São Paulo. As primeiras apresentações foram em escolas da região, festas de amigos e em um festival de pagode da Mel Produções, onde o grupo conquistou o 9º lugar, cujo prêmio rendeu bons frutos abrindo novos rumos e promovendo, novas e importantes possibilidades. A partir daí, ampliaram seus horizontes com shows em baladas, casas noturnas e a oportunidade de ter uma de suas músicas inclusas na coletânea de sucessos desenvolvida pelo festival. Saiba como o grupo conquistou o primeiro lugar no programa Astros do SBT acessando o link abaixo.

http://www.grupoemocaoamais.com.br/

terça-feira, 26 de junho de 2012

26 de junho de 2012


    Markinhos Olliveira  já é o mais novo expoente da música brasileira


Foto reprodução do facebook do artista
                                                        





Influenciado pelo pagode pop romântico, o cantor já é a maior atração aos finais de semana nas casas de shows e bares de São Paulo.




O Pagode é um dos ritmos mais populares do Brasil, tendo a cidade do Rio de Janeiro como principal berço, não demorou muito para atravessar as fronteiras entre outras capitais brasileiras e, a partir da década de 1990 com a chegada dos novos grupos como: Raça Negra e Negritude Júnior, ambos de São Paulo, Só pra Contrariar de Minas Gerais e muitos outros, a cidade maravilhosa deixou de ser o celeiro exclusivo deste gênero. Muito embora, o samba já embalava os corações brasileiros na voz de Cartola, Noel Rosa e Moreira da Silva no início do século XIX.



          Das rodas de samba e pagode surgiram grandes nomes da música nacional tais como, Alcione, Clara Nunes, Beth Carvalho, Martinho da Vila, Zeca Pagodinho, Almir Guineto, entre outros. Sem poder ficar de fora, a Bahia também entrou neste embalo e com seu tempero próprio, deu ao pagode outra sonoridade e irreverência e, dessa mistura nasceram bandas como: Harmonia do Samba, É o Tchan e Terra Samba, que conquistaram inclusive, o mercado internacional. Já no início dos anos 2000, uma nova tendência (comercial) musical começa acontecer, a ruptura dos grupos: Negritude Júnior e Só pra Contrariar, abre espaço para novos rumos e uma nova etapa nas carreiras de Netinho e Alexandre Pires, agora como artistas solo.
Foto: Edinho Santos
Markinhos Olliveira e grupo Sentimento Maior se apresentando no Shopping Aricanduva


            Isso fez com que novas possibilidades e oportunidades surgissem na vida de outros artistas como é o caso do pagodeiro Markinhos Olliveira. Assim como Alexandre Pires, ele nasceu numa família de extrema musicalidade e cresceu num ambiente movido pela música Gospel. Aos 11 anos de idade tocava violão e bateria na igreja onde seus pais e irmã mais nova congregavam. Na adolescência resolve experimentar outros estilos musicais e, influenciado pelo tio Edinho Santos, conhece seu primeiro professor de cavaquinho e banjo, Luciano Machado (Mestre do Bandolim) que viu no pequeno músico um grande potencial artístico. Não demorou muito para Markinhos Olliveira iniciar sua trajetória no universo do samba e do pagode. Passou por vários grupos até chegar ao que ele considera sua maior e mais rica experiência, se tornar integrante de um grupo já consagrado: Grupo Numa Boa e já gaha o reconhecimento de artistas ícones do cenário da música brasileira.

Foto: Marcos Santos
Grupo Negritude Junior recebendo Markinhos Olliveira em seu camarim


            Essa parceria trouxe amadurecimento artístico e permitiu que o músico conquistasse seu espaço nos palcos das diversas casas do gênero na capital paulista onde nasceu. Com o final do grupo, Markinhos Olliveira descobre seu mais novo talento. Além do carisma como cantor e instrumentista, resolve compor suas próprias melodias. Com um estilo de pagode pop romântico, nasce seu primeiro trabalho, o CD que leva o título da sua primeira música “Eu vacilei”. Com selo independente, porém muito promissor, o artista sonha em conquistar os corações brasileiros e consolidar sua carreira no mercado nacional.  






Shows: Edinho Santos (11) 9492-2650 e Willyan Santos (11) 7639-3529

Blog: markinhosolliveira.blogspot.com – facebook: markinhos santos de olliveira

Assessoria de Imprensa: Marcos Santos - (11) 9268-2288 e 3229-4432
e-mail: marcos-santos@folha.com.br





quarta-feira, 20 de junho de 2012

20 de junho de 2012

Band afirma que a liberdade de expressão no Brasil custa caro

Por Nathália Carvalho
Fonte: http://flitparalisante.wordpress.com/2012/06/16/band-afirma-que-a-liberdade-de-expressao-no-brasil-custa-caro/


A reportagem exibida na edição de quarta-feira, 13, do ‘Jornal da Band’, fez críticas à situação da liberdade de expressão no País. Segundo a emissora, esse direito custa caro aos profissionais da comunicação.
Ao abordar a morte do jornalista Décio Sá, o repórter da Band, Sandro Barboza, afirmou que “vários jornalistas sofrem ameaças constantes e muitos pagam com a própria vida”. O caso de Décio, morto em abril passado no Maranhão, já tem sete acusados.

Reportagem de Sandro Barboza falou sobre liberdade de expressão
Segundo a reportagem da Band, os crimes estão diretamente relacionados à profissão. Durante os quase 3 minutos de matéria, a história de Décio foi relembrada e algumas pessoas acusadas foram mostradas. Informações como o número de profissionais da imprensa que morreram por fazer denúncias foi ressaltado.
“A impunidade é o principal combustível que alimenta os ataques contra a imprensa livre e o jornalismo investigativo. Quando um profissional do setor é morto por denunciar alguma ilegalidade, uma vida se perde. A democracia é ferida e a criminalidade é fortalecida”, argumentou o repórter.

http://flitparalisante.wordpress.com/2012/06/16/band-afirma-que-a-liberdade-de-expressao-no-brasil-custa-caro/
20 de junho de 2012


A verdade por trás das fotos apetitosas dos sanduíches do McDonald’s
Por Carlos Merigo


Quem mostra é a própria diretora de marketing do McDonald’s no Canadá. Hope Bagozzi visita uma sessão de fotografia do sanduíches da rede, e explica o motivo da foto no cardápio ser tão diferente do produto real.
A explicação básica é: Na foto, a edição valoriza os ingredientes para fora do pão.
Obviamente, não é tão simples assim, mas aqui é o McDonald’s dando a cara a tapa e falando de algo que toda a indústria do fast food foge. Importante notar também no vídeo, a exibição de outros truques de edição no Photoshop para criar esse aspecto.

Saiba mais: http://www.brainstorm9.com.br/30485/advertising/a-verdade-por-tras-das-fotos-apetitosas-dos-sanduiches-mcdonalds/


 



segunda-feira, 4 de junho de 2012

04 de junho de 2012



Por: Equipe Pandora


O elevado aumento dos preços do ouro em escala internacional fez crescer a mineração e consequentemente a exposição de mineradores ao chumbo e de pessoas que habitam a região das minas. Algumas pessoas escavam as pedras com as próprias mãos. Com as elevadas concentrações de chumbo, o ar, o solo e a água acabam sendo contaminados.


A descoberta de ouro em Zamfara na Nigéria trouxe esperança para moradores, mas também trouxe morte, principalmente de crianças pequenas que são mais vulneráveis aos efeitos tóxicos. Muitas delas em Badega, a quatro horas da capital, são expostas a poeira de chumbo que seus parentes mineradores trazem na roupa após um dia de trabalho. A jovem Amina Murtala de apenas 20 anos perdeu três filhos devido ao envenenamento por chumbo em Zamfara. Desde 2010, cerca de 400 crianças morreram e outras duas mil necessitam de tratamento imediato. A intoxicação por chumbo aguda pode resultar danos irreparáveis para os sistemas nervoso e reprodutivo e para os rins ou até mesmo permanentes deficiências físicas e mentais.


A organização Human Rights Watch pesquisou o impacto do envenenamento por chumbo em comunidades próximas das minas de Zamfara e tem como objetivo convencer o governo federal da Nigéria a urgência da situação. De acordo com o levantamento da ONU realizado em 2011, os níveis de mercúrio no ar estavam quase 500 vezes superior ao limite e na água potável cerca de dez vezes acima do recomendado.


A Human Rights Watch pede por três mudanças essenciais: “primeiro, a implementação de práticas mais seguras de mineração no local. Em segundo lugar, a limpeza das áreas contaminadas. E em terceiro lugar, o tratamento de crianças em risco de envenenamento por chumbo”. É essencial que o meio-ambiente seja limpo para que as crianças não sejam expostas novamente à contaminação. O presidente Goodluck Jonathan concordou em liberar 650 milhões de naira, aproximadamente 4 milhões de dólares. O dinheiro será usado para tratar do meio ambiente e realizar práticas mais seguras de mineração no Estado de Zamfara. Essas condições podem dar uma melhor chance de uma vida saudável ao mais novo bebê de Amina.



segunda-feira, 21 de maio de 2012

Como a cerveja se tornou a bebida mais consumida no Brasil e resto do mundo.


   Cerveja é a terceira bebida mais consumida no mundo
                                                                          
Imagem cedida pela assessoria de imprensa do Bar Melograno


Por: Marcos Santos

Falar de cerveja no Brasil é o mesmo que falar de futebol, aliás, ambos fazem um par perfeito, pois chegaram  em solo brasileiro no século XVII e de lá para cá se tornaram uma paixão nacional. Apesar do futebol ter conquistado o coração dos quase 200 milhões de brasileiros, o destaque de hoje é para a “breja”, “loira gelada”,  “aquela que desce redondo”, enfim, o nome popular dado a bebida é o que menos importa. Atualmente, o produto é consumido em larga escala e com longa tradição por aqui e, de acordo com pesquisas e vários artigos já publicados na internet e nos maiores veículos de comunicação do país, não foi nada fácil incorporar essa cultura cervejeira na vida dos brasileiros que tinham como bebidas preferidas àquela época, o vinho e a cachaça, porém o vinho era o mais comercializado devido a  influência e pressão comercial dos portugueses, apesar de  a cerveja já ser produzida por aqui naquela época, mas,  de forma caseira e tímida consumida apenas entre as famílias de imigrantes.  Este  consumo foi crescendo gradualmente após a abertura dos portos brasileiros, o quê possibilitou, inclusive,  a entrada de outros produtos vindos de outros cantos do mundo.  Mas, foi em 1846, que surgiu a primeira notícia sobre a fabricação de cerveja em nível comercial no Brasil. Tudo começa quando chega ao solo gaúcho o casal alemão Ritter. Johann Heinrich Ritter II e Caroline Julliane Roth que imigrou da Alemanha para cá naquele ano com seis filhos. Originários da Aldeia de Kempfield e arredores, situados no quadrilátero formado pelos rios Reno, Mosela, Sarre e Nahe, zona conhecida como Hunsruck.  Dois filhos do casal imigrante, Phillip Ritter casado com Catharina Kurtz e Karl Ritter, casado com Maria Elisabheta Schreiner, se mudaram para São Lourenço do Sul, localizado no Sul do Estado  e se dedicaram à agricultura e a produção de cerveja. Na região de Linha Nova, na época uma colônia (Picada Nova) que pertenceu inicialmente a São Leopoldo, depois a São Sebastião do Caí, ficou um agricultor de 24 anos nascido em 10 de março de 1822 em Kempfeld/ Hunsruck, de nome Georg Heinrich Ritter e que durante a viagem de navio conheceu sua primeira esposa, Elisabeth Fuchs, nascida em 19 de janeiro de 1827 em Niederlinxweiler na Alemanha e que, emigrava com seus pais e irmãos no mesmo navio. Georg Heinrich Ritter foi o pioneiro na cervejaria no sul brasileiro. Georg era dotado de várias habilidades, porém a que mais se destacou foi exatamente a arte e as técnicas infalíveis na fabricação de cerveja que aprendera ainda muito jovem com o seu tio materno de nome Roth. Seguiu rigorosamente a lei de pureza em vigor na Alemanha desde 1516. Na composição: malte de cevada, lúpulo, fermento cervejeiro e água limpa garantiram o sucesso absoluto da primeira cerveja criada no Brasil, a cerveja Ritter. A bebida começara a ser fabricada no ano de 1868 numa escala industrial de produção instalada no porão do casarão da família construído em 1864 na região de Nova Petrópolis  - RS. Nela hospedou-se o primeiro pastor da Igreja Evangélica de Confissão Luterana de Linha Nova, Heinrich Wilhelm Hunsche, enquanto não existia casa paroquial na localidade.
Este foi o primeiro e, decisivo passo, para que seus filhos e genros mais tarde ampliassem o negócio, abrindo outras cervejarias pelo Estado do Rio Grande do Sul , já que a fábrica dos Ritter foi a precursora desse negócio que deu tão certo, que depois da água e do chá, a cerveja é a terceira bebida mais consumida no Brasil, ficando atrás apenas da Bélgica, Alemanha e Irlanda, países com maior tradição cervejeira. Estima-se que cada belga beba em média, 90 litros de cerveja por ano, mas, o recorde mesmo está com os tchecos, que consomem em torno de 158 litros por ano deixando para trás os alemães com 131 litros/ano e os irlandeses 110 litros/ano. As Lagers, cervejas mais leves são as cervejas mais consumidas no mundo, responsáveis por exemplo por mais de 99% das vendas de cerveja do Brasil. Originarias da Europa Central no século 14, são cervejas de baixa fermentação ou fermentação a frio (de 6 a 12ºC), com graduação alcoólica geralmente entre 4 e 5%. Tem entre seus tipos mais conhecidos a Pilsener, tipo de cerveja originariamente criada no século XIX na cidade de Pilsen, região da Boêmia da República Tcheca, e que por isso muitas vezes é chamada de Pilsen ou Pils ao invés de Pilsener.O empresário Eduardo Passarelli, dono do bar Melo Grano em Vila Madalena Zona Oeste de São Paulo, atua no ramo cervejeiro há seis anos e concorda com esse resultado, no entanto, diz que as cervejas feitas de trigo e as Pale Ale vêm se destacando cada vez na preferência do público. As Pale Ale são mais claras, com graduação alcoólica até 6%. Foram criadas para competirem com as cervejas Pilsen durante a Segunda Guerra Mundial.
Uma das cervejas belgas que mais projeção ganhou nos últimos anos foi a Westvleteren 12  produzida no mosteiro Saint Sixtus, na Flandres,  considerada pelos usuários do site independente e muito conceituado com base nos EstadoUnidos, www.ratebeer.com, como  a melhor cerveja do mundo. No Brasil as marcas da cervejaria Ambev, Skol, Antarctica e Brahma são as mais consumidas de acordo com a Associação Brasileira de  Bares e Restaurantes. A região Centro O este é recordista em consumo de cerveja no Brasil e, de acordo com o IBGE –Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, só no Estado de Mato Grosso, a bebida representa 86%  do total consumido em bebidas alcoólicas comercializadas no estado. Por região, este consumo ajuda a alanvacar a geração de empregos nesta área do Brasil respondendo de acordo com o Sindicerv-Sindicato Nacional da Indústria da Cerveja, pela geração de 1.752.470,07 quase dois milhões empregos diretos e indiretos. No site www.cervejaebrasil.com.br você confere os índices das outras regiões.

Existem catalogados mais de 650 tipos de cervejas e as mais consumidas no mundo de acordo com avaliação feita com os consumidores e donos de bares e restaurantes. Só aqui no Brasil é possível encontrar 665 tipos diferentes da bebida, ficando na frente da dos Estados Unidos com 378 e da Bélgica que tem um total de 332 marcas diferentes de cerveja. Confira a tabela abaixo:

Dados do site: www.brejas.com.br

 



sábado, 20 de agosto de 2011

Grupo de pagode Emoção a Mais entrega quadro de medalhas à atleta Personalidade Cidade Tiradentes 2011


Grupo Emoção a Mais entrega quadro de medalhas à atleta
Personalidade da Cidade Tiradentes
20 de agosto de 2011

                                           Foto:  Marcos Santos
Benta apresentando suas medalhas para o Emoção a Mais
e o quê cada uma representa na sua imensa trajetória de atleta.

Por: Marcos Santos

Enquanto milhares de famílias comemoravam o dia dos pais no segundo domingo do mês de agosto,(14)  domingo último, a velocista Benta Antonia da Silva comemorava mais uma conquista na sua carreira e, escrevia mais uma página na sua árdua e brilhante história dentro do atletismo. Só que desta vez a conquista não se tratava de medalhas e nem de troféus e sim, do tão esperado quadro para guardar seus títulos. Na ocasião da nossa primeira entrevista em 2010, a velocista colocou suas medalhas em cima de uma mesa de alvenaria revestida de azulejo, na cozinha de sua casa simples de três cômodos, porém, emblemática em função do   tesouro escondido no anonimato do humilde bairro do extremo leste de São Paulo. Naquela entrevista realizada em novembro de 2010, Benta disse que seu maior sonho era um dia poder organizá-las num quadro de medalhas como todo atleta faz. Após 38 anos de espera, finalmente o sonho foi realizado. Numa nobre iniciativa da MSA Records, o grupo de pagode Emoção a Mais e integrantes da produtora, estiveram na casa da atleta na Cidade Tiradentes e lhes entregaram o quadro, que foi feito sob medida e na cor escolhida por ela. Mesmo com a agenda lotada, o grupo reservou esse tempo para levar alegria e muita emoção, não só para a atleta, como também, para todos os presentes.
 O Emoção a Mais foi recebido pelos amigos e vizinhos da atleta, além da imprensa local. Muito emocionada, Benta revelou para o grupo de pagode o quê cada medalha representa em sua vida e, o quanto tem sido difícil se manter sem patrocinador. Apesar de tanto talento e determinação, Benta Antônia não teve a mesma sorte de alguns atletas brasileiros, como no caso  de Daniele Hypólito e seu irmão Diego Hypólito, mesmo sendo de modalidades diferentes e pessoas tão  simples e de origem pobre, no entantro,  com um histórico profissional bem parecido em termos de conquistas de medalhas e premiações, porém, a atleta da Cidade Tiradentes não obteve o amplo reconhecimento que merece e aguarda há tantos anos, mesmo representando o Brasil em campeonatos internacionais. 
Foto: Google imagens
Já, Daniele Hipólito ainda menina, foi contratada pelo Flamengo em 1994 e se mudou com toda a família para o Rio de Janeiro já com salário fixo. Além disso, o clube também arrumou moradia e emprego para seus pais. Em 1996, ficou em primeiro lugar no Campeonato Nacional, nas categorias individual e geral. No ano seguinte, conseguiu três expressivos resultados: ganhou o Campeonato Brasileiro no individual e no geral. Foi primeira por equipes no Panamericano de ginástica, nas barras e no solo, e oitava no Trophee Massila, no individual e geral. Seguindo os mesmos passos de Daniele, Diego Hypólito, seu irmão, também se destacou como ginasta conquistando vários títulos para o Brasil.
Foto: Google imagens
Além das inéditas finais de Mundial, Diego já dava sinais claros de seu potencial em 2004: conquistou cinco medalhas de ouro em etapas da Copa do Mundo, inclusive, o ouro na grande final, disputada em Birmingham, em dezembro e, em seguida, ganhou em Melbourne sua sexta competição internacional.  Após um 2004 permeado por medalhas, sofreu uma fratura na tíbia da perna direita dias antes da etapa de São Paulo da Copa, em abril. Diego ainda tentou competir, dias depois, mas logo nos primeiros passos, caiu, chorando de dor. Após o diagnóstico de fratura, submeteu-se a uma cirurgia. Em junho, ao treinar desobedecendo as orientações médicas, agravou a lesão. Resultado: só pôde voltar aos treinos na segunda quinzena de outubro. Como todo atleta, Benta Antônia também enfrenta problemas físicos, mas sem clube definido e sem patrocinador, as dificuldades para se recuperar são imensas, já que não tem plano de saúde e depende da rede pública que não tem vaga e, nem equipamentos modernos suficientes para vários procedimentos. No caso da velocista, ela aguarda desde o começo deste ano, um exame de ressonância magnética do anti-braço e cotovelo. “Agradeço muito a Deus por ter colocado pessoas tão especiais na minha vida como o jornalista Marcos Santos e agora os produtores da MAS Records e o grupo Emoção a Mais.” Ressaltou a velocista.
Para a MSA Records e o grupo Emoção a Mais, é um privilégio poder fazer parte deste capítulo da história da atleta Benta Antônia da Silva que recentemente recebeu o título de personalidade Cidade Tiradentes 2011, por fazer dessa modalidade esportiva, um instrumento de inclusão social e, de qualidade de vida para crianças e adolescentes daquele bairro e regiões.
Benta recebe CD do grupo Emoção a Mais
Familiares, Ale, Skylo, Jornalista Marcos Santos e Emoção a Mais posam
para foto com a atleta Benta Antônia da Silva em 14/08/2001

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Atleta  realizando o sonho de ter suas medalhas organizadas num quadro
por ordem de data e importâncias de títulos.

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Velocista e Grupo Emoção a Mais posam para foto ao brilho das medalhas de ouro
expostas sobre a mesa de alvenaria.




Para saber mais sobre a trajetória de sucesso da velocista, acesse a matéria publicada neste blog no dia 29 de novembro de 2010, no ícone ao lado.


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