Supremo Tribunal Federal adiou mais uma vez a votação das ADPFs 183 e 293 que estava marcada para hoje. Há quase uma década que essas ações estão paradas na Suprema Côrte e infelizmente, sempre é colocada em último plano às vésperas da discussão que pode mudar o destino, de milhares e até milhões de músicos e artistas de todo o território nacional.
É importante ressaltar ainda que, a Ministra Carmen Lúcia, presidente da casa não soltou nenhuma nota na imprensa ou no próprio site do STF informando o motivo do adiamento e uma possível data na agenda do Supremo.
Portanto, deixo aqui a minha manifestação de REPÚDIO e quero sugerir a todos (as) que são a favor dessas mudanças na Constituição Federal, que enviem e-mails a todos os ministros ou quem puder, liga nos gabinetes cobrando uma explicação que seja plausível e que justifique esse balde de água fria que foi jogado em nossas cabeças. Mas principalmente, ao relator das peças, Ministro Alexandre de Moraes.
Será que essa reunião foi o fator determinante para o cancelamento da pauta bomba?
No próximo dia 26 de abril, quinta-feira, o Ministro Alexandre de Moraes do STF coloca em votação a A.D.P.F 183 que sugere a revogação de 22 artigos da Lei 3857/60 que criou a Ordem dos Músicos do Brasil em 1960. A proposta é da Procuradora Geral da República Deborah Duprat que ingressou com a ação junto à Suprema Côrte. A notícia provocou um certo alvoroço nas redes sociais e a atriz global Carol Castro encabeçou campanha na internet contra a votação da ADPF 183, mas, de acordo com as últimas decisões tomadas pelos ministros do STF, as ações seguem o seu rito em conformidade com as leis e não com as vozes das ruas ou abaixo-assinados virtuais. De acordo com o site do Supremo Tribunal Federal, Duprat ressalta ainda que um dos campos mais relevantes da liberdade de expressão é o das manifestações artísticas, inclusive a música. Assim, essa liberdade é violada com a exigência de que músicos profissionais se filiem à Ordem dos Músicos do Brasil. E acrescenta: “Da mesma maneira, é indiscutível a ofensa à liberdade de expressão consubstanciada na atribuição a orgão estatal do poder de disciplinar, fiscalizar e punir pessoas em razão do exercício de sua atividade artística”.
Os dispositivos questionados pela ADPF são os artigos 1º (parcial); 16; 17, caput (parcial) e parágrafos 2º e 3º; 18; 19; 28; 29; 30; 31; 32; 33; 34; 35; 36; 37; 38; 39; 40; 49, caput; 50; 54, alínea b (parcial); e 55 (parcial) da Lei n° 3857/60. Não fosse uma conversa antecipada de dirigentes da OMB e o maestro João Carlos Martins com o Ministro Alexandre de Moraes, essa ADPF entraria em pauta conforme agenda do STF, porém, se nenhuma explicação ela foi retirada da pauta. Será que tem a ver com essa reunião?
Em áudio gravado por líderes do movimento pela valorização do músico de Brasília, percebe-se que o alvo de seus ataques já não é mais a Ordem dos Músicos do Brasil com seus dirigentes corruptos, mas, esse blog que, mesmo o líder Gedae Flores afirmar que o conteúdo aqui publicado tem todo fundamento e verdade, ainda assim, o gaitista Engels tenta arregimentar seus poucos seguidores com a intenção de confundi-los para obter algum êxito no processo que move contra o jornalista deste blog que só tem apresentado a notícia como ela é de acordo com fontes fidedignas que conhecem profundamente as ações e intenções desses líderes oportunistas. Leia o texto até o final e faça uma reflexão sobre os fatos aqui apresentados.
Engels gaitista e Gedae Flores posam para foto em frente a sede do Correio Braziliense.
Nem mesmo o jornal de maior expressão do Distrito Federal, quer dar crédito ao MVM, embora o gaitista afirmou a essa redação que Leonardo Cavalcante, editor chefe do caderno de política do periódico é músico e seu amigo pessoal, e lhe prometera fazer uma ampla reportagem sobre dossiê que narra toda a trajetória e ascensão meteórica de Alemão junto à presidência do Conselho Federal da Ordem dos Músicos do Brasil. O compromisso deste canal sempre foi de esclarecer e levar à classe musical do Brasil informações relevantes que a grande mídia não tem interesse em pautar, provavelmente, por razões políticas, econômicas, ideológicas ou, quem sabe, o conjunto desses três elementos juntos. A linha editorial desse blog tem como premissa, valorizar a profissão dos músicos e similares, mas sobretudo, propor ideias sobre a falta de consideração e do abandono por parte das instituições que deveriam representá-los, independentemente de ideologias romancistas e políticas partidárias que sempre se sobrepõem aos reais sentimentos da classe, com suas demandas emergenciais.
Sempre com a mesma retórica, esses aventureiros de Brasília (MVM) nunca conseguiram consolidar seus planos e continuam andando na contramão dos interesses dos músicos causando inclusive, mais confusão e ruptura entre as classes não só dos profissionais do show business, como também provocando descrédito da sociedade e da classe política já bastante alheia e desinteressada com relação a este tema que não produz o que mais os políticos buscam, votos nas urnas segundo declaração do próprio líder ao seu grupo fechado no whatsApp.
Acreditando que um movimento ativista em favor dos músicos e da cultura brasileira criado em Brasília pelo gaitista Engels Espíritos há uma década, alguns músicos começaram a seguir o MVM nas redes sociais e, por pressão do próprio líder, compartilhar seus discursos para que obtivesse o maior alcance possível, e com isso pavimentar o caminho rumo aos seus interesses nada ortodoxos e além disso, sem uma estrutura política sólida, séria e ideologia cristalizada de fato, com resultados positivos e plausíveis no âmbito nacional, no sentido de atrair simpatizantes e militantes em torno da causa. Os líderes do movimento, principalmente o Engels Espíritos, agora resolveu apostar na divisão da classe já tão fragilizada, dispersa e roubada por décadas pela Ordem dos Músicos do Brasil e Sindicatos patronais e classistas diretamente ligados à autarquia.
Com tantas demandas extremamente importantes a serem tratadas e trabalhadas em prol de milhões de músicos, o gaitista do DF prefere mudar o alvo de suas ações e, em vez de trabalhar para unir a classe e gastar suas energias para concretizar aquilo que promete em seus vídeos no Youtube, elegeu essa mídia que, ao contrário do MVM tem trabalhado de fato pela classe musical, levando informações relevantes e prestação de serviço essencial aos músicos do Brasil, sociedade civil e a todos que sobrevivem do show business.
Não bastasse a sua atuação desastrosa na audiência pública no Senado Federal em novembro de 2017 e seus comentários infelizes com relação a classe política, na qual busca apoio por meio do senador Cristóvão Buarque, Engels se empenha para convencer seus poucos liderados de que sofre difamação e calúnia por parte desse que vos escreve, no entanto, se esquece que o jornalista e músico Marcos Santos serviu ao MVM por um ano sem nenhuma remuneração, inclusive, sem nenhuma ajuda de custo para as viagens, estadias decentes, alimentação, pesquisas, representação política, produção de vídeos e matérias, além de envio de documentos via SEDEX, elaboração de dossiê, etc. Todo esse esforço foi feito não só a pedido do MVM, mas, principalmente, por amor e dedicação aos milhões de músicos que vivem à margem dos direitos trabalhistas e condições básicas dignas para o exercício de sua profissão. Da mesma forma que Gerson Tajes-Alemão e sua gangue tentaram tirar esse blog do ar por meio de processos na justiça, ferindo inclusive a CF/1988 quanto a liberdade de expressão e pensamento, o líder do MVM busca a mesma estratégia, por se sentir incomodado com as verdades aqui apresentadas e confirmadas pelo seu secretário Gedae Flores que reforça a notícia aqui já publicada que revela a desunião deles e a falta de interesse dos poucos adeptos do movimento esquelético que precisa ganhar corpo, musculatura, segundo as palavras do próprio líder. Flores acredita mais em seres extraterrestres do que propriamente em uma mudança de paradigmas na profissão músico. Talvez quem sabe, ele esteja esperando descer um disco voador cheio de alienígenas para dar corpo ao MVM ou, provavelmente, durante suas alucinações, pensar que serão abduzidos para outras galaxias.
Qual mudança significativa e expressiva que o gaitista e seus liderados conseguiram em prol dos músicos do Brasil? – Até onde nós sabemos, nenhuma. Inclusive, excluíram suas páginas do facebook porque essa redação revelou conteúdos que divergiam totalmente do que eles defendem como bandeira e ativismo cultural.
Gedae Flores o cabeludo, um dos líderes do MVM admite que eles nunca foram um movimento ativista e, após revelações desse blog, Flores apela para que as pessoas manipuladas por eles no grupo fechado, se mexam. “ Agora é que a gente tem que se unir e fazer esse movimento tomar corpo. Acho que todo mundo tem de ler aquele blog (este blog-J.COM) e o que ele escreveu e ver onde é que podemos agir melhor. Tem muita coisa que ele falou ali que o cara tem razão".
Talvez, o medo dos líderes do MVM, principalmente do gaitista Engels (que deve ter esquecido) é que venha a público a divulgação dos documentos confidenciais subtraídos da Ordem dos Músicos por meio de invasões cibernéticas ao e-mail da autarquia, supostamente por hackers ligados ao próprio MVM que tiveram acesso na íntegra de documentos, notas, prestações de serviços, planilhas e conversas suspeitas dos dirigentes de várias regionais e Conselho Federal da Ordem dos Músicos do Brasil e, encaminhados para o e-mail do movimento. Essa informação foi dada pelo próprio criador do MVM a essa redação, porém, por questões de ética jornalística, essa redação resolveu não divulgar esses documentos adquiridos de forma criminosa. O compromisso desse blog sempre foi pautado em cima da verdade dos fatos. Lei Carolina Dieckmann
Mudança do foco!
Muita coisa mudou dentro do MVM após a audiência pública na Comissão de Educação, Cultura e Esporte do Senado Federal, principalmente, a tônica das ações que eles defendiam, embora a passos de tartaruga, porém, a obstinação do movimento tinha um foco que era acabar com a Ordem dos Músicos do Brasil, mas agora o objetivo é calar esse blog que há quase cinco anos tem se dedicado exaustivamente de forma ética e profissional, a mostrar aos leitores como a imoralidade, a mentira, o oportunismo veem tentando conquistar espaços não apenas em repartições ligadas a cultura, mas, acima de tudo no consciente popular por meio de sofismas e lobbys políticos marqueteiros, sem nenhuma comprovação real ou, pelo menos, adesão de milhões de músicos e pessoas ligadas ao show business.
O que se vê é muito barulho e pouca efetividade. É muito discurso e poucos resultados. São muitas paixões que só servem para causar divisões e pior, distanciar ainda mais as instituições que acabam colocando para o último lugar da fila, demandas importantes que já deveriam ser votadas há anos, como por exemplo a ADPF 183 que extingue os piores artigos da Lei 3857/60.
Enquanto o MVM, Sindicatos, OMB, Associações, etc; estiverem defendendo apenas seus interesses, as classes de trabalhadores da música continuarão sobrevivendo seja por hobby ou profissão, independente de terem a carteira da Ordem ou não, sindicalizados ou não, matriculados ou não em associações, membros ou não do MVM, e sabem por quê? – A resposta é simples: porque a música é um segmento da arte que não precisa e nem deve sofrer censura por nenhum órgão e isso é garantido pela Constituição Federal em seu artigo 5º-incisos IX e XIII. Portanto, enquanto quem vive da música ou apenas simpatizantes dela não constatarem mudanças dentro desse cenário musical caótico e disputa por poderes e interesses pessoais, nada irá mudar e quem tem carreira consolidada jamais entrará nesse front onde oportunistas estão se digladiando e contribuindo ainda mais para a divisão e distanciamento dos profissionais músicos e daqueles que realmente querem fazer algo de bom pela música e suas manifestações culturais.
Segundo homem na hierarquia do Movimento Pela Valorização do Músico-Distrito Federal- Engels Espíritos se irrita pelo alheamento e falta de militância e dinamismo dos poucos integrantes do seu grupo e responsabiliza os políticos pela ausência de interesse em suas demandas e disfere palavrões. Com a segunda audiência pública no senado federal prevista para abril deste ano pelo senador Cristovam Buarque, o gaitista teme não conseguir o número suficiente de militantes para impressionar o senador e os convidados para o evento.
Engels Espíritos um dos líderes na hierarquia do Movimento pela Valorização do Músico no Distrito Federal cobra celeridade daquele que será o presidente da demorada associação que tentará representar a classe musical no Brasil, porém, pelo seu discurso fora de compasso e vingativo, Engels se revela como um líder que precisa derrubar alguém que já tem uma representatividade política de décadas, carreira internacional consolidada e cadeira cativa na Secretaria de Cultura de Brasília e, sobretudo, muito respeitado pela classe musical não só no DF, como também nos arredores da capital do país e em outras capitais brasileiras, Rio de Janeiro, São Paulo e em outros países como: Estados Unidos, Argentina e París. Tentar construir uma representatividade destruindo a reputação e a carreira dos outros parece ser o caminho mais viável para os líderes do MVM. Agindo assim, que moral eles têm de cobrar alguma coisa da OMB fazendo igual a ela? Porém, a grande diferença é que a Ordem sempre destruiu os músicos no "atacado" e o MVM está tentando destruir no "varejo".
No grupo do MVM no WhatsApp, Engels hostiliza o Maestro Renio Quintas.
PT é quem está por trás do Movimento pela Valorização dos Músicos no DF.
Imagem da internet.
O assessor parlamentar do deputado federal de Sergipe João Daniel – PT Claudinei Fernandes e um dos líderes do MVM, juntos, tentam por meio de grupos privados nas redes sociais, convencer os seus seguidores, maioria músicos, de que o movimento é apartidário, entretanto, na sua página do facebook recheada de conteúdos com ataques ao governo Temer, aos partidos de oposição e, irresponsavelmente ao STF, mas, de contrapartida a supervalorização de candidatos ligados ao seu partido, Claudinei deixa explícito de que se trata de um movimento partidário, apesar de as regras impostas para os membros dos grupos apontarem para a direção contrária, porém, o MVM é sim ligado ao Partido dos Trabalhadores.
Até aí tudo bem, nada de errado já que vivemos num país de regime democrático, no entanto, o que é estranho é o MVM arqui-inimigo da Ordem dos Músicos do Brasil não assumir essa posição política e pior, tentam manipular a classe de trabalhadores da música com seus discursos sofismáticos e até usaram de forma antiética e panfletária, pra não dizer covarde, o Senador Cristovam Buarque-PPS-DF que, desprovido de qualquer sentimento político, prontamente atendeu ao pedido de Engels Espíritos para defender o MVM em audiência pública no Senado Federal, entretanto, o mandatário e chefe do movimento, Claudinei Fernandes, opositor político de Cristovam Buarque postou imagem incitando o ódio e a intolerância a quem pela primeira primeira vez em quase uma década de existência do movimento, abriu espaço e deu voz a eles no Senado. Seria ingratidão ou traição?
Imagem extraída da página do facebbok do líder do MVM.
Em meio à crise política partidária, a falta de ética, de moralidade, enfim que muitos parlamentares enfrentam nos últimos anos, mas, que acentuou-se ainda mais por conta, inclusive, do escândalo do Petrolão e os avanços e descobertas da Operação Lava Jato comandada pelo juiz Sérgio Moro de Curitiba, o Partido dos Trabalhadores-PT continua criando seus braços para tentar pelo menos, uma sobrevida em ano eleitoral e o MVM é mais um deles, entretanto, procuram não se expor explicitamente devido à crise da ideologia de esquerda no país, principalmeente, com a condenação a doze anos e um mês do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva em segunda instância e a sua inevitável prisão que colocará de vez não apenas o Lula atrás das grades, como também de forma indireta, todos os movimentos criados por ele e seus pares.
A convite do próprio MVM, esse que vos escreve participou da audiência pública no Senado Federal em novembro de 2017, mas, até àquela época não tinha conhecimento sobre a verdeira intenção desses dirigentes, portanto agora, está explicado porque o próprio Claudinei Fernandes que faz parte da liderança preferiu não compor a mesa, provavelmente orientado pelo seu partido e pelos seus líderes do MVM preferiu ficar nos bastidores, aliás, ele quase nunca aparece nas manifestações e reuniões do movimento para não dar bandeira e nem estragar os planos e projetos políticos que eles estão costurando por debaixo dos panos para as eleições deste ano.
Sem nenhuma transparência política, administrativa, operacional e, principalmente, resultados consideráveis e palpáveis aos músicos desse país, o MVM criado há nove anos por Engels Espíritos e, comandado por mais três integrantes: Gedae Flores, Keit Guimarães e Claudinei Fernandes, todos músicos conhecidos no Distrito Federal, têm cobrado sistematicamente da Ordem dos Músicos do Brasil uma postura mais ética e de transparência com relação às suas ações políticas e responsabilidades sociais, porém, estão agindo da mesma forma ou até pior que a autarquia federal criada em 1960.
Pelo menos a OMB não esconde quem são seus parceiros políticos, pelo contrário, faz questão de divulgar imagens e vídeos com eles. Por que o MVM tem medo de expor os políticos que os apoiam?
Há dois anos que o MVM tenta inserir sua pauta de destruição à OMB no caderno de política do maior jornal do DF, porém sem sucesso, por falta de prestígio, credibilidade e respeito aos seus oponentes mas, acima de tudo, por não ter legitimidade e nem força política para tal. Desacreditados inclusive, pelos músicos do Distrito Federal, Engels, Gedae Flores, Claudinei e Keit Guimarães tentam fundar uma associação nacional para “representar” os músicos de todo o país, mas, o projeto está parado há um ano só esperando qual será o desfecho das eleições deste ano. Enquanto isso, vão se utilizando das mesmas armas, estratégias e ferramentas (métodos desgastados) que a autarquia federal utiliza, com um único objetivo: persuadir uma pequena parcela de músicos que ainda “acredita” ou, fingem acreditar nas suas inverdades.
Discriminação, preconceito, burrice ou ódio?
Não existe movimento sem ideologia, mas Engels e seus asseclas que não têm o mínimo de conhecimento com relação aos grandes movimentos sociais democráticos, insistem nessa tese furada. Talvez eles (MVM) se esquecem que num país como o Brasil de várias culturas musicais, etnias, miscigenação e acima de tudo, passando por uma crise de tolerância em todos os sentidos, não se pode atacar um segmento musical apenas porque não gosta do estilo ou do artista, ou da letra da música e, inclusive, incitar à violência, enfim. Recentemente Engels Espíritos postou comentários homofóbicos ao artista Pablo Vittar, afilhado da cantora Anita só porque ele foi considerado (a) revelação da música brasileira em 2017 e premiado no programa do Faustão da Rede Globo. Pode um líder que se intitula representante da classe musical do Brasil agir assim?
Talvez o que o Engels do MVM não sabe é que, embora o Pablo Vittar não o agrade e está fora dos ideais políticos, estilisticos e padrões comportamentais do MVM pelo seu estilo musical ou indumentária, não significa que Pablo não mereça ocupar o seu espaço, aliás, qual a métrica usada para validar essa máxima do líder. Ao contrário do MVM o artista pelo menos faz o que o movimento não está fazendo: ajuda a aquecer o mercado fonográfico, publicitário e de contrapartida a economia do país, gerando emprego para vários profissionais do show business como por exemplo: técnicos de som, iluminação, profissionais de estética, mídia, ambulantes, profissionais que trabalham em estacionamentos, lanchonetes, etc.
Portanto, cabe as perguntas: Em defesa de quem o MVM milita?Qual a sua verdadeira ideologia política ou social? Apesar de a Ordem dos Músicos do Brasil (não sou a favor dela) ser uma autarquia corrupta, acéfala e anacrônica, verdade seja dita, jamais agiu com discriminação, preconceito ou retaliação a quaisquer que sejam os gêneros musicais, pelo contrário, muitas vezes contrariando essa lógica preconceituosa do líder do MVM até condecorou artistas de todos os segmentos musicais durante a gestão do então presidente deposto, professor Roberto Bueno.
“Vale lembrar que nós somos um movimento democrático. A democracia é o nosso alicerce principal. Aqui (MVM) não tem líder único, aqui não tem ditador, aqui não tem quem manda. Aqui quem manda é o bom senso. Nós prezamos sempre pelo respeito individual, pela crença religiosa de cada um, pela visão política de cada um e pela visão social e comportamental; aqui não temos que levantar bandeira de nenhum partido político, de nenhuma religião, de nenhuma empresa, de nenhuma corporação porque o nosso movimento é apartidário” Enfatizou Engels no grupo do movimento.
A quem o MVM está á serviço?
Então, deixo aqui mais duas perguntas: por que o petista Claudinei Fernandes estampou o logotipo do MVM como pano de fundo da sua página na rede social?Qual o verdadeiro conceito de bom senso para o criador do Movimento? Seria atacar outros gêneros artísticos musicais só porque não o agradam?
Como de costume, essa redação publica “prints” que ajudam a dar veracidade aos textos, mas, devido ao teor extremamente agressivo e ofensivo ao Pablo Vittar feito por Engels Espíritos e excluído posteriormente pelas criticas sofridas, não o farei para não colocar mais lenha na fogueira porque esse não é o objetivo do blog.
Sabendo disso, o gaitista do Distrito Federal foi ligeiro e, antes mesmo dessa matéria ser publicada, ele apagou suas duas páginas do facebook com o teor homofóbico, crítico e ofensivo ao gênero musical não apenas de Pablo Vittar, como de outros artistas que o líder do MVM odeia e considera como lixo, contrariando totalmente não apenas o seu discurso no grupo do WhatsApp, mas, principalmente, usando fora de contexto a palavra bom senso, apenas para induzir os seus seguidores a acreditarem, que o movimento comandado por eles é totalmente isento de qualquer crítica no âmbito do censo comum.
Abaixo, áudio de Engels Espíritos gravado no grupo de WhatsApp para seus 15 seguidores.
Giovanne Charles Paraizo é advogado de Gerson Tajes o Alemão e, segundo Jesiel Motta-vice presidente do Conselho Federal e afastado pelo interventor Alemão, Giovanne também é seu mentor intelectual e é ele quem instrui o motoboy Tajes sobre as decisões a serem tomadas no âmbito do Conselho Federal da autarquia. De acordo com a conversa dele com o presidente, também impedido, Estevam da seccional de Pernambuco gravada e enviada a essa redação, fica claro que há um forte e poderoso esquema de desvio de dinheiro dos músicos caracterizando-se portanto, que a OMB só serve para balcão de negócios ilícitos e recebimentos de propina via contratantes de eventos internacionais de grande expressão mundial. Ouça o áudio comprometedor.
Essa redação entrou em contato com Giovanne Paraizo, porém, o mesmo não quis comentar sobre o assunto.